sexta-feira, 18 de outubro de 2013

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

O Vestido...


Tinha ele dado indicações para que nessa tarde quente de primavera ela vesti-se um belo vestido, mas sem nada por baixo.
Ela como gosta de satisfazer os seu desejos assim o fez. Vestiu um belo vestido vermelho as bolinhas brancas e por baixo nada.
Chegou ao local combinado. Um belo jardim cheio de gente, crianças a brincar por todo o lado. 
Juliana senta-se num banco e aguarda, sem se aperceber que António já a observa. 
Nas suas costas ouve uma respiração e uma voz que baixinho lhe diz:
- Não tentes olhar para mim, vais levantar-te lentamente e com a cabeça para baixo vais só olhar para o chão, eu encaminho-te para onde quero ir.
Assim o fez, levantou-se e seguiu as instruções de António.
Chegaram finalmente a uma parte do jardim que se encontrava deserta, ai António bem consciente que ninguém os iria ver, tira um lenço do bolso das calças e venda os olhos à Juliana. 
Juliana não consegue perceber o que se passa, porque desde que chegou ainda não conseguiu ver António.
Nisto sente aquelas mãos de homem a percorrer-lhe as pernas, sente os lábios dele a tocarem-lhe na pele. Começou pelo seu pequeno tornozelo e foi subindo até a sua boca beijando cada pedaço de pele que não se encontrava tapado.
Juliana gemia de prazer, mas António silenciou-a com um beijo de língua bem demorado e com os seus dedos longos foi enterra-los no sexo da Juliana.
- Estás mesmo deliciosa assim a minha mercê. E também estás a gostar porque já estas quente.
António abruptamente vira Juliana de costas para si, obriga a inclinar-se um pouco e assim levanta-lhe o vestido para se satisfazer daquela vontade que enchia os dois de tesão. Repentinamente Juliana solta um gemido, António entrou assim sem avisar. Fornicam que nem dois coelhos. A vontade, a fome que os inundava estava finalmente a ser saciada.
António agarra com força nas ancas de Juliana e vem-se, assim como que se o mundo estivesse a acabar e a ultima vontade de ambos fosse aquela. Juliana vem-se ao mesmo tempo que António ficando assim de rastos e sem força nas pernas.
António da-lhe um beijo na face e sussurra ao ouvido dela:
- Aguarda novo contacto meu. Agora vou-me embora, contas até 50 e só depois tiras a venda.
António seguiu a sua vida deixando ali Juliana sozinha. Passado a contagem dos 50 Juliana retira a venda e igualmente segue o seu caminho como se nada tivesse acontecido. 

Submissa...


Gosto de me entregar às suas vontades...

terça-feira, 15 de outubro de 2013

ORGIA



substantivo feminino

1. Festa em honra de Baco. = BACANAL

2. Festa de prazeres licenciosos. = BACANAL

3. Actividade sexual em grupo. = BACANAL

4. [Figurado]  Desordem; anarquia.

5. Grande quantidade.



or·gi·a

 

(latim orgia, -iorum, mistérios de baco)

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Submissão...

Retiras-me peça a peça, lentamente e sem me tocar na pele...
Sem mostrar reacção, ordenas-me que me toque...
Primeiro que brinque com o meu peito e mamilos,
que vá mexendo lentamente no meu corpo, ficando tu só a observar.
Vais dando ordens e mais ordens e eu vou gemendo ao meu toque e ao som da tua voz.
Os meus dedos já estão dentro do meu sexo, que pinga de tesão, gritando que me toques.
"Toca-me" - Sussurro implorando.
Levantas-te com o teu ar sereno e tranquilo, agarras-me nos cabelos e ao meu ouvido comentas "Xiu, só te quero ouvir a gemer".
Com os meus cabelos nas tuas mãos obrigas-me a ficar de joelhos, abres a braguilha.
Um sexo delicioso. Exiges que te chupe...
Que delicia...Como gosto de fazer, chupo, lambo e gosto de usar as mãos também. Os teus gemidos dão-me um tesão louco. Continuo sem parar apercebendo-me que te estas a vir, acelero. Adoro receber a tua luxuria na minha boca.
Atiras-me para cima da cama, agora és tu que me fazes gemer novamente.